A burguesia e o genocídio sanitário
Após um ano de pandemia de coronavírus, o neoliberalismo sanitário, baseado no “salve-se quem puder”, acumula mais de 250 mil mortos oficiais no Brasil –
Após um ano de pandemia de coronavírus, o neoliberalismo sanitário, baseado no “salve-se quem puder”, acumula mais de 250 mil mortos oficiais no Brasil –
A morte do último Juma revela em plenitude a brutalidade de nosso tempo. Com seu desaparecimento, extingue-se um povo e sua longa história de resistência