
I
Como o diabo da cruz, o anti-intelectual foge da necessidade do estudo dos fatos materiais, propondo a vacuidade da análise crítica dos temas em discussão. O anti-intelectualismo identitário defende que a ciência produzida pelo homem branco, europeu, cisgênero, devido à sua natureza, é corrompida.
Para o identitarismo, o conhecimento científico constrói-se negando novas categorias comocisgeneridade, lugar de fala, ancestralidade etc., reproduzindo a hegemonia da branquitude, segundo a IA do Google, “construção social, histórica e política que confere privilégios” diversos a “pessoas identificadas como brancas em uma sociedade estruturada pelo racismo”. [COLLING, 13/05/2026.]
O identitarismo propõe que as elaborações brancocêntricas devem ser superadas pelo conhecimento, semi-inato ou inato, das comunidades discriminadas devido à raça, sexo, gênero, etnia, etc. Saber originado nas experiências individuais ou oriundo de ligações múltiplas, com os mesmos grupos discriminados no passado, devido à ancestralidade. [MIGUEL, 08/05/2024.]
O conhecimento identitário permitiria a desconstrução da ciência “brancóide”, também responsável pela difusão da “colonialidade do saber” sobretudo nas instituições acadêmicas. Este saber de raízestradicionais, populares, étnicas, raciais, etc. nasce e cresce, em forma endógena, nas comunidades de uma mesma identidade.
As múltiplas vertentes do identitarismo exigem que suas visões de mundo ingênuas, místicas, racistas, e por aí vai, sejam aceitas sem questionamentos dos procedimentos científicos, que impugnam. O saber identitário é refratário a tudo que nasce no exterior do seu microcosmos.
Stálin matou foi pouco
Nas universidades públicas, espraia-se o patrulhamento político-ideológico não apenas contra professores por não aceitar criticar, problematizar, questionar, não difundir os novos saberes e bibliografias identitárias e decoloniais. Eles são definidos como fascistas, racistas, sexistas, supremacistas, antitrans, transfóbicos, necrófilos.
O estigmatizado pelo identitarismo sofre pressão física, desqualificação pessoal e acadêmica, não raro, impossibilitados de ministrar suas aulas. Acusações são enviadas às “ouvidorias”. Carros são riscados nos estacionamentos. Pichou-se “Stalin matou foi pouco” na sala de professor. [SILVA FILHO, 11/07/2026; MIGUEL, 14/05/2026; RICCIARDI, 02/05/2026.]
A psicóloga Celina Lazzari teve que recorrer à Justiça para defender a sua tese de doutoramento, impugnada pelo Comitê de Ética da UFSC, por ser diretora da M-atria, organização em defesa das mulheres e crianças contra derrapagens do transgenerismo. [FSP, 13/07/2026.]
A influência identitária “já se estende também a órgãos de fomento à pesquisa” que definem “não apenas o que se pesquisa agora, mas o futuro da ciência brasileira”. [MISKOLCI, 22/10/2024.]
Os principais sindicatos de docentes universitários, identificados com as pautas identitárias ou sob orientação petista e governista, mantêm-se como os três macaquinhos budistas: surdos, cegos e mudos em relação ao que ocorre.
II
Manifesto e Contra- Manifesto
A militância pela imposição coercitiva do identitarismo nas universidades públicas tem motivado pronunciamentos críticos na mídia. Em abril de 2026, foi publicado um “Manifesto pelo Pluralismo e pela Liberdade Acadêmica”, com, até agora, mais de 1.600 signatários. [https://pluralismoacademico.org/]
Os professores nas instituições universitárias públicas, ativos e aposentados, superam talvez os 400 mil. A imensa maioria dos mestres universitários não soube do manifesto ou preferiu manter-se em silêncio, por múltiplas razões. Entre elas, o medo de serem cancelados e reprimidos devido ao apoio ao manifesto. [MISKOLCI, 22/10/2024.]
Militantes identitários definem a oposição às suas derrapagens como reação de “forças aliadas à direita e à extrema direita”, que militam por um retorno a “autores brancos, héteros, cisgêneros, europeus”, contra o avanço do caráter “plural” nas bibliografias universitárias. O manifesto conta com signatários de indiscutida orientação de esquerda. [COLLING, 13/05/2026.]
Foi publicado um contramanifesto, assinado por uns 600 professores e por organizações identitárias e wokes, como o Arquivo Lésbico Brasileiro; a Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura; a Revista Estudos Transviades etc.[https://pluralismoencarnado.com/]
O texto foi redigido em linguagem semi-hermética e em alto nível de abstração, sugerindo a dificuldade de colher adesões e de defender as violências identitárias, literalmente ignoradas. Se não se apresentasse como contraponto à denúncia, passaria por um texto teórica de fins indeterminado.
Supremacistas e ressentidos
O contramanifesto retoma a definição dos ofendidos como acadêmicos passistas, individualistas, conservadores, eurocêntricos, supremacistas. Desqualificação que tornaria desnecessário debate contraditório com o que propõem.
Os críticos seriam ressentidos,incapazes de aceitarem a “nova realidade”, produto das sensibilidades identitárias emergentes que se expressam na Academia, esquecem de dizer, distribuindo olhares zangados, impropérios, pancadas.
Sensibilidades portadoras de saberes que superam o tradicional debate racional, proposto como um “pluralismo assentado na racionalidade neoliberal”, que deve dar lugar a um novo pluralismo “democrático e igualitário”, encarnado na história e no mundo social, segundo a compreensão do contramanifesto.
O direito da violência
O contramanifesto defende um pluralismo “encarnado” que “busca” a “igualdade de direitos”, proposta parte da retórica do neoliberalismo que nega a luta pela emancipação social. Propõe que o denunciado como violência neofascista é apenas o resultado de um mero “processo complexo de embates e disputas no campo político”.
A universidade deve ser o palco de um confronto epistemológico, metodológico e mesmo ideológico, mas jamais político, no sentido do partidário. Não há, é certo, neutralidade epistemológica, quanto à produção e ao ensino em uma Academia, parte dos aparatos do Estado burguês. [SOUZA, 05/07/2026.]
Dela, exige-se, apenas, em grau mínimo, que as múltiplas visões se expressem nos marcos das praxes acadêmicas e científicas, sem agressões de qualquer tipo. Mesmo as reacionárias e, até mesmo, as marxistas! Com a maré identitária, o “marxismo político, o marxismo acadêmico e a teoria social ficaram em baixa, perderam espaço e saíram de moda”. [SILVA, 19/05/2026.]
Suficiente, o contramanifesto exige que a liberdade e o pluralismo de cátedra se enquadrem à sua compreensão do socialmente correto e de “liberdade acadêmica”. O aceitar das “novas vozes” e “outras formas de produção de conhecimento e saberes” deslocaria qualquer “ideia abstrata, supostamente neutra e cinicamente iluminada de liberdade”.
Os acadêmicos apegados ao método científico e à liberdade de cátedra, incapazes de se adaptarem à nova realidade, serão aceitos apenas se abaixarem a cabeça para passarem sob o jugo identitário, em uma literal “destruição e humilhação públicas”. [MISKOLCI, 22/10/2024.]
III
As razões de uma debacle
O identitarismo não defende um avanço de novas e múltiplas visões epistemológicas, apoiadas nos procedimentos acadêmico-científicos. Quer algo diferente. Um quadro identitário propõe, ufanista: “Nunca tivemos tantos autores negros, gays, trans, latinos e africanos em nossas bibliografias como agora.” [COLLING, 13/05/2026.]
Não se busca o desabrochar de “cem flores” no jardim bibliográfico e epistemológico. Luta-se pela hegemonia de autores identitários, com a exclusão, pelas buenas e pelas malas, das bibliografias e vozes críticas. Nesse jardim, onde não há o dedo verde identitário, tudo o demais é erva daninha.
A reação anti-identitária teria nascido de acadêmicos ensoberbados pela “branquitude”, “eurocentrismo”, “cisgeneridade” etc., defendendo privilégios passados e presentes, do novo status “plural” identitário em avanço nas universidades.
No Brasil, essa realidade deve-se sobremaneira ao avanço das iniciativas de “discriminação positiva”, com destaque para as “cotas” — Lei nº 12.711, de 2012. Porém, é necessário compreender por que essas iniciativas, propostas pelo imperialismo e o grande capital, foram abraçadas por setores definidos como progressistas e de esquerda.
Plural não é Pluralismo
Exemplifiquemos a concepção do novo caráter “plural” identitário. Para ele, não haveria avanço em curso de Economia, com quatro professores brancos amantes da Escola de Chicago, se dois fossem substituídos por um seguidor de Ernest Mandell e outro da Teoria da Dependência. Se fossem brancos, seria seis por meia dúzia.
Se os dois novos professores fossem economistas libertários, com estágio no ministério da Economia de Javier Milei, seria um enorme salto “plural”, se … negros. Não se busca uma pluralidade epistemológica, mas um bloco racial, de gênero, étnico, etc. monoliticamente enquadrado.
É difícil a defesa do pluralismo, racionalismo, democracia acadêmica diante do avanço fundamentalista identitário. Por um lado, é enorme a confusão, no dito campo progressista, que apoia inconsciente o cotismo e o wokismo e,mesmo, quando se opõe a essa deriva, aceita seus pressupostos. Por outro, a chamada esquerda brasileira se cala ou impulsiona fervorosamente os diversos identitarismos.
Razões profundas
Há análises esclarecedoras da gênese-desenvolvimento das múltiplas versões do identitarismo, nos USA e na França, e seu espraiar pelo mundo. Foi também descrito seu desembarque entre nós, nas malas e cabeças de intelectuais formados —ou deformados?— nos centros mundiais do imperialismo. [FRASCOLLA, 07/04/2024; OLIVEIRA, 05/09/2020.]
O livro A questão negra: a Fundação Ford e a Guerra Fria (1950-1970), de Wanderson Chaves, de 2019, desvelou importantes mecanismos dessa expansão. [CHAVES, 2019.] Ele demonstrou que, não apenas quanto ao Brasil, a operação, identitária foi financiada, em forma fluvial, por instituições ianques. Todas de braços com a CIA.
O cotismo, permitindo a entrada preferencial de professores e alunos negros —ou se propondo negros— nas universidades públicas, foi uma ferramenta essencial da tensa realidade atual. Um aluno ou docente que ingresse em instituição federal como cotista, torna-se militante intransigente do identitarismo.
Frente democrática anti-identitária
Mas o que permitiu um tão acelerado avanço do identitarismo? Apesar dele ter surfado o tsunami irracionalista das duas últimas décadas, as analises sobre o seu desenvolvimento pouco se voltam para as razões profundas do seu sucesso.
A fragilidade da defesa do pluralismo e do racionalismo diante do fundamentalismo identitário deu-se na esteira da confusão, para não dizer mais, em que submergiu a chamada esquerda brasileira. Ela silencia, constrangida, diante do irracionalismo identitário ou, mais comumente, o apoia e se confunde com ele.
Em 1954, György Lukács publicou A destruição da razão. Nele, explicou a vitória da onda irracionalista do fascismo europeu como produto do sucesso da ofensiva da grande burguesia contra o avanço da revolução comunista na Europa. [LUKÁCS, 1959.]
O filósofo marxista lembrava que o irracionalismo histórico europeu jamais alcançaria a terrível exacerbação nazifascista, sem as derrotas do proletariado revolucionário italiano [1922] e alemão [1933]. Às quais devemos acrescer à vitória do stalinismo sobre a ordem soviética na URSS, nos anos 1930, que, por razão óbvia, Lukács silenciou.
IV
O fim da história e o desbunde do intelectual
O devir histórico e as formas dominantes de consciência social são determinadas tendencialmente pelo desenvolvimento da luta de classes. Após a II Guerra Mundial, reabriu-se a Era da Revolução, que refluíra com o avanço do nazismo, do fascismo, do franquismo, do salazarismo, do estalinismo.
Por décadas, a revolução mundial esteve na ordem do dia, avançando o racionalismo, o solidarismo, o socialismo, o humanismo, o feminismo. Porém, a maré revolucionária não vergou a ordem capitalista. Ela esmoreceu em fins da década de 1970, retrocedeu nos anos oitenta, foi batida em fins da década de 1980, por razões múltiplas. [MAESTRI, 7/04/2023.]
Em dezembro de 1989, o Muro de Berlim ruiu sob a pressão e a atração do capitalismo triunfante e não sob a mobilização anticapitalista e anti-burocrática dos trabalhadores do Ocidente e Oriente. Então, abriu-se um período histórico contra-revolucionário, extremamente desfavorável ao mundo do trabalho e à civilização, que segue até hoje.
A Queda do Muro assinalou a recuperação plena de imensas áreas do globo que escaparam às mãos da ordem capitalista a partir de 1917. Através do mundo, os trabalhadores perderam conquistas históricas, sob a imposição neoliberal.
Meia-noite sobre o século
No mundo das expressões sociais, artísticas, culturais, etc., eclipsaram-se o racionalismo e o marxismo como explicações do mundo, sob o avanço do irracionalismo, do solipsismo, do individualismo, do hedonismo, do consumismo, do exclusivismo, etc.
A tensão posta pela vitória histórica da contra-revolução liberal produziu uma terrível pressão sobre a consciência das grandes massas, de suas vanguardas, de seus intelectuais. Enormes quantidades de intelectuais de esquerda e marxistas, alguns com contribuições referenciais, acomodaram-se ou passaram, de mala e cuia, às filas inimigas.
O mesmo ocorreu com partidos políticos, organizações, sindicatos, editoras, centros de pesquisas, etc. esquerdistas, socialistas e marxistas. Esse processo iniciara-se já nos anos 1970 — Eurocomunismo; ambientalismo, ecologismo, autonomismo, marxismo crítico, etc.
Organizações que se reivindicavam da esquerda revolucionária, salvo gloriosas exceções, acompanharam o desbunde geral, igualmente sob a pressão das classes médias, forte origem de seus militantes. Definiram como centro de atividade política a defesa dos direitos civis e outros das chamadas minorias.
O desbunde pró-capitalista alavancou carreiras políticas, intelectuais, acadêmicas, sindicais, profissionais. Os intelectuais orgânicos, os militantes, os sindicalistas que se mantiveram coerentes, não raros conheceram situações sociais, profissionais, econômicas peníveis.
V
A Maré Identitária
Com a fragilidade do mundo do trabalho, dominou, na consciência de uma população descorçoada, a apologia neoliberal da perenidade de uma ordem capitalista naturalizada. O apoio ao identitarismo, ao wokismo, ao oportunismo, ao individualismo se espraiou sobre esse leito.
Sob a crença do domínio perene do neoliberalismo, cresceu entre meios progressistas e de esquerda o apoio a pretensas pequenas conquistas setoriais realizáveis, como as “cotas” e o acolhimento de propostas identitárias não raro estrambólicas.
Para o senso comum e setores de classe média com a consciência pesada sobre a realidade social, mas sem vontade de se moverem contra ela, era o possível a ser feito. Contribuíram à pavimentação do inferno com boas intenções.
Se ignorou e se ignora que as cotas nada custam ao capital, enegrecendo apenas em forma minúscula os setores médios da sociedade. Enquanto isso, a imensa maioria dos necessitados -não apenas- negros segue enterrada em uma situação histórica sem fim.
Uma mão na roda do liberalismo
As políticas parciais e localizadas ajudaram a pôr fim às tradicionais reivindicações universalistas, de caráter democrático, de ensino, saúde, segurança, moradia, etc. para todos. Reivindicações abominadas pelo imperialismo, pelo grande capital e por seus governos súcubos.
As administrações federais petistas implementaram com furor as cotas enquanto avançava o ensino superior privado. Atualmente, “dos cerca de 10 milhões de estudantes universitários no país, mais da metade está no ensino a distância e 80% em instituições privadas.” [MISKOLCI, 24/06/2026.]
Em 1963, mais de 60% dos universitários estudavam nas universidades públicas. A privatização do ensino superior iniciou em 1969, durante o Regime Militar, consolidando-se, após 1985, sem oposição federal de fato. [MAESTRI, 2018: p.15.]
Arquivando os trabalhadores
Durante a ditadura, o movimento estudantil mobilizava-se pela estatização do ensino privado, minoritário. Em 2025, a UNE aprovou a reivindicação de cotas para estudantes elegebetes na graduação e pós-graduação, sobretudo para os ditos homens e mulheres trans e travestis.
A proposta grotesca circunscreve a decomposição da enorme maioria da esquerda que se reivindica do marxismo-revolucionário e do marxismo-leninismo, como o MRT, a UP, o PCB, o PCBR, o PSTU. Apenas pequenas organizações, como a OCI e o PCO, dissociaram-se da proposta ensandecida.
A UNE nada propôs quanto à estatização do ensino público, já que é contra essa proposta, defendendo a regulamentação do ensino superior pago. Os milhões de universitários-trabalhadores e empobrecidos seguirão pagando mensalidades escorchantes sem que qualquer associação estudantil universitária significativa lute pela fim das universidades privadas.
Compreende-se por que a maioria da população brasileira vê com extrema desconfiança o ensino público universitário, de costas para ela, enquanto ele caminha para sua extinção tendencial.
As organizações sindicais universitárias mantêm uma orientação corporativista, defendendo, com sucesso, os salários dos docentes, sem propor qualquer movimento real pela universalização do ensino público universitário no Brasil.
Este texto não passou pela revisão ortográfica da equipe do Contrapoder.
Mário Maestri, 78, é historiador. Acaba de publicar: Meus mestres: Jacob Gorender, Clóvis Moura, Décio Freitas.Correspondência passiva. Florianópolis: Insular, 2026.
Bibliografia citada
COLLING, Leandro. A distorção como modus operandi dos anti-identitários. 13/05/2026. A Terra é Redonda. https://aterraeredonda.com.br/a-distorcao-como-modus-operandi-dos-anti-identitarios/
FRASCOLLA, Bruna. A chegada do identitarismo ao Brasil. A Terra é Redonda. 07/09/2024. https://aterraeredonda.com.br/a-chegada-do-identitarismo-ao-brasil/
OLIVEIRA, Dennis de. Identitarismo, antirracismos e lugares de fala. A Terra é Redonda, 05/09/2020. https://Aaterraeredonda.com.br/tag/dennis-oliveira/
CHAVES, Wanderson. A questão negra: a Fundação Ford e a Guerra Fria (1950-1970). Paraná: Apris, 2019.
LUKÁCS, Gyorgy. La distriuzione della ragione. Vol. I e II.Torino: Einaud, 1959.
MAESTRI, Mário. Revolução e contra-revolução Mundial (1917-2023). Revista Acomuna, 07/04/2023. https://acomunarevista.org/2023/04/07/revolucao-e-contrarrevolucao-mundial-1917-2023/
MAESTRI, Mário. Abdias do Nascimento: Quilombola ou Capitão-do-Mato? Ensaios de interpretação marxista sobre a política racialista para o Brasil. 2 ed., Porto Alegre: FCM Editora, 2021: p.15.]
MIGUEL, L. Felipe. Anti-intelectualismo e negacionismo na esquerda. A Terra é Redonda, 05/08/2024. https://aterraeredonda.com.br/anti-intelectualismo-e-negacionismo-na-esquerda/
MIGUEL, L. Felipe. Dissonância cognitiva e má-fé. A Terra é Redonda. 14/05/2026. https://aterraeredonda.com.br/dissonancia-cognitiva-e-ma-fe/
MISKOLCI, Richard.O cerco ao pluralismo na universidade. 24/06/2026. A Terra é Redonda. https://aterraeredonda.com.br/o-cerco-ao-pluralismo-na-universidade/
MISKOLCI, Richard. A crise da hegemonia identitária nas universidades. Le Monde Diplomatique. Brasil. 22/10/2024. https://diplomatique.org.br/a-crise-da-hegemonia-identitaria-nas-universidades/
RICCIARDI, Rubens Russomanno. O pelego universitário. Terra é Redonda. 02/05/2026. https://aterraeredonda.com.br/o-pelego-universitario/
SACRAMENTO, Leonardo. O identitarismo branco e o racismo reverso. A Terra é Redonda. 19/01/2022. https://aterraeredonda.com.br/o-identitarismo-branco-e-o-racismo-reverso/
SILVA, Daniel Afonso da. Notas sobre as universidades públicas. A Terra [e Redonda. 19/05/2026. https://aterraeredonda.com.br/notas-sobre-as-universidades-publicas/
SILVA FILHO, Waldomiro. O dissenso na universidade. A Terra é Redonda.11/07/2026. https://aterraeredonda.com.br/o-dissenso-na-universidade/
SOUZA, IAEL de. O bom combate. A Terra é Redonda. 05/07/2026, https://aterraeredonda.com.br/o-bom-combate/
SOUZA FILHO, Alípio de. O crepúsculo da razão acadêmica: O ativismo identitário e a dissolução dos critérios científicos. A Terra é Redonda, https://aterraeredonda.com.br/o-crepusculo-da-razao-academica-o-ativismo-identitario-e-a-dissolucao-dos-criterios-cientificos/
